domingo, 29 de agosto de 2010

Memórias, crônicas e declarações (?) de amor

Gardênia, a primeira cartinha, Ibiassucê, Novembro de 99.

Cal, sempre dando em cima do carteiro,Vitória da  Conquista, agosto de 2002.

Milena, tb dando em cima do carteiro, um pouco mais hard core do que Clara, Vitória da Conquista, julho de 2002. "alô, alô, carteirinho, aqui quem fala é 1000. Acho q vc tem cara de Ricardão, sou fã dos Ricardões.... Beijos e mais beijos"

Jean, num 1 de abril. Não contou nenhuma mentira, acho. Também não sei se ele penou mais pra escrever ou eu enquanto não chegava uma resposta. São Paulo, 2004.

Maeve, contando nossa história. Essa passou pelocrivo da censura. ; )

Por fim, um msn de pobre com Cleverson e Laís. Eu de azul, Laís de vermelho, Cleverson de preto no papel rosa. Tudo misturado no branco.


Não moro mais no Barbalho, mas podem mandar cartas no mesmo endereço que elas chegam. (me sequestrar lá não vai dar certo pq, né? desculpem.).
Uma hora vou ter q postar uma foto das cartas abertas, mas ainda existem coisas comprometedoras aí dentro 0.0

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ainda nessa vida...

1- Aprender a andar de bicicleta.

 2-  Namorar no Solar do Unhão



3- Ter a minha cadeira de balanço.


Eu sou fácil, fácil. =)
Mentira, se fosse já teria aprendido, namorado e me balançado.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Para Radish e quem mais puder entender.

Eu tenho um tantinho de inveja das pessoas que tem desenvoltura e raciocínio rápido nas ocasiões inusitadas. Uma delas em meu lugar teria dito alguma coisa inteligente ou disparado:

- E eu, te conheço de algum blog?

Não o fiz, só ri e fiquei vermelha.

Talvez, se tivesse sido minha irmã gêmea...

De todo modo saiba que ainda comemoro o encontro.Que graça te ver, Radish, que graça!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

De ouro.

50 anos


16 dias


De uma ponta a outra da história que começou com 2 meses de namoro e noivado, um sem fim de bilhetes apaixonados escritos por ele, na versão de minha avó, e um pedido pra Santo Antônio feito por ela, na versão de meu avô.

Eles falam assim provocando um ao outro : "ele escrevia tanto bilhete que até me cansava, se me encontrasse na rua e só falasse de longe, em cinco minutos já manda um papelzinho dando explicações!" .E ele vai logo contando da festa de Santo Antônio que aconteceu na casa de meu bisavô: " Quando eu vi, ela tava fazendo um carinho na cabeça de Santo Antônio, pedindo um marido pra casar. ".

O jogo de provocação só dura o tempo da gente sorrir com os gracejos dos dois. Aí vem o derretimento, o xamego: " Eram bilhetes muito bonitos, ele sempre escreveu bem" - "Na verdade Santo Antônio nunca me faltou, ele sabia que tava me protegendo me dando uma mulher assim pra eu casar.".

Essas cantadas de namoro acontecem um monte de vezes por dia, entre briguinhas bobas, adulações, conversas longas, sesta compartilhada, paciência, tolerância e facilidade de rir um do outro. A conquista nunca se completa.

Na ponta de cá, nossa Izabella, Zabelê, cheirosinha, tranquila e que com 16 dias (agora 20) de vida já tem duas proezas na biografia: uma viagem de 700 km em cima de um caminhão e continuar dormindo plácida e impertubável com a gritaria desordenada de dois bisavós, 9 tios- avós, 16 primos segundos, 1 tio tonto e 1 pai babão. Menina promissora, não é?