Passei a noite inteira sonhando com resenha, João Reis e Cláudia Trindade. Devo supor q seja um castigo de Clio por eu não ter ficado acordada escrevendo. Não vou nem contar os detalhes, só digo q eu sangrei horrores no sonho a ponto de quase empapar umas cinco camadas de lençois grossos.
O pior de tudo é q não consegui escrever de manhã. Não tenho paz, hein?!
Sabe o q Ele disse hj na aula? Que tá mais desesperado corrigindo nossas provas do q nós mesmo fazendo resenhas, por causa do erros ortográficos nem tanto, muito por causa da insanidade de nossas conclusões."Provavelmente traídos pela pressa", ele disse, de bom coração.
Devia contar o quanto eu tive pesadelos pq escrevi divizão na primeira resposta, além de falar em razão em vez de lei e compus o samba da hisotriografia doida quando descobri q só faltavam 2 minutos pra entregar a prova e eu ainda tava na introdução do texto da segunda questão. Isso sim é desespero múltiplo e prolongado.
bah pra mim que sou uma tonta atormentada.tadinho dele q deve ter ficado de cara com as provas. a minha no topo.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Mimimis
1- Aquela minha velha vontade de morar no Rio tem voltado ultimamente, mas ainda deve demorar tanto pra isso ser possível. Me formar têm sido difícil e eu não sei fazer nada de verdade a ponto de poder dispensar um diploma.
Não sou artista em nenhum grau, não seria uma boa empregada doméstica, não sirvo pra vendedora, não sou especialista em nada q me garantisse uma vida lá. Mas vamos supor q eu quisesse um pouco mais do que me formar e ir morar no Rio, vamos só supor q meu sonho de verdade é pesquisar e ser uma mega historiadora.
Pra isso eu teria q ignorar meu insucesso acadêmico, minha falta de disciplina e simpatia pelas avaliações (quase todas elas), minha pouca leitura historiográfica, meu desconhecimento de outras línguas. Ou ignorar ou eliminar - contornar.
E pra contornar eu precisava de tempo, dinheiro e sossego pra comprar e ler livros legais, estudar inglês e francês, pressão pra voltar a escrever com regularidade e satisfação. Precisava mesmo de encontrar prazer em todas essas coisas e em todo o resto da vida. Não q eu não tenha de todo, mas... algumas coisas estão deslocadas demais.
2- Outra dê-erre na vida é gente q me olha com desconfiança quando digo q sou uma mané solteirona. Elas não só fazem a cara como verbalizam "aposto que tem um monte de gente correndo atrás e vc q é muito exigente". Ai, eles me matam. Além de só eu fico me sentindo culpada.
Mantenho a tese de q sou solteira pq sou chata, meio feinha e mal cheirosa pq não tenho tido muito tempo pra conhecer pessoas. Melhor do q ser por causa de exigência em excesso. E mais verdadeiro.
Tinha outra coisa mas esqueci.
Ah, e tem o fomecome agora, visitem, cabróns!
Intenções:
conversa,
história,
mimimi,
vida besta
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O Educandário dos Historiadores Mega Legais
Talvez pq eu seja uma virginiana nata ou uma zé goiaba de primeira qualidade, eu tenho um eficiente sistema de auto-punição, então, quando eu acho q eu não mereço uma coisa qualquer, enfio o rabo entre as pernas e vazo. Me recolho. Livro a paciência dos outros de minha inapetência sem pedir favor nenhum.
Pra compensar, pq senão era muita derrota, eu tb tenho um grande instinto de auto-preservação, logo, quando eu acho q não preciso aguentar um perrengue, saio de cena sem dar tchau e rindo cinicamente. Jogo pra cima. Me liberto da nojentice alheia.
Olhando assim é bem genérico e bobinho, mas eu descobri um dia desses de manhã, na hora de tomar banho e pensar na vida, q são exatamente essas duas coisas q atrapalham minha vida acadêmica e vão me fazer passar um ano a mais na faculdade. Toda vez q eu larguei uma matéria ou deixei de pegar é pq eu achei q não tava dando conta de fazer certinho ou pq se eu continuasse eu matava um* de tanto tédio ou de tanto ódio.
O problema é q agora esses escrúpulos não podem mais emperrar a continuidade do meu curso e eu tô mesmo disposta a chorar nos pés dos caboclo** pq a vida tá ruim, o semestre tá acabando, eu não tô fazendo nada muito certo,mas eu quero muitíssimo me formar e não custa nada caboclo me ajudar um pouquinho. Pq eu posso ser preguiçosa e fraudulenta, mas eu não sou de jeito nenhum picareta. Eu peço uma brecha nos prazos e uma abonação nas faltas, mas eu topo fazer qualquer trabalho extra e estudar cinquenta vezes mais do q o normal. Aí me faço pagar o suficiente e minha consciência desproblematiza, certo?
Quase.
Pq lá vai eu, q nunca pedi concessão nenhuma nessa bendita faculdade, com toda minha humildade e malemolência pedir "ô,professor(a), me dá uma chance, eu faço qualquer coisa!" e eles me olham com uma cara, ah, uma cara de juízo final, e descarregam uma cantilena cheia de moral sobre minhas faltas, minhas leituras, o tanto de tempo q eu fico na sala de aula e minha irresponsabilidade por não ter feito um fichamentozinho boboca lá no início do semestre.
Aí eu sofro de raiva pq odeio precisar de favores e ter de ouvir o sermão da montanha pra conseguir isso. E ver aquela cara de quem tá se sentindo Jesus Nazareno reencarnado, tão bom e tão justo. Não é pra tanto, hein? Fica a dica.
Me seguro o quanto posso pra não pedir com educação pros meus queridos professores doutores historiadores mega legais pra que eles peguem essas provas com todos os textos do semestre q eles querem q eu faça lá no meio de dezembro e VSL.***
*professor, lógico.
** professores, lógico.
*** vão se lenhar.
Pra compensar, pq senão era muita derrota, eu tb tenho um grande instinto de auto-preservação, logo, quando eu acho q não preciso aguentar um perrengue, saio de cena sem dar tchau e rindo cinicamente. Jogo pra cima. Me liberto da nojentice alheia.
Olhando assim é bem genérico e bobinho, mas eu descobri um dia desses de manhã, na hora de tomar banho e pensar na vida, q são exatamente essas duas coisas q atrapalham minha vida acadêmica e vão me fazer passar um ano a mais na faculdade. Toda vez q eu larguei uma matéria ou deixei de pegar é pq eu achei q não tava dando conta de fazer certinho ou pq se eu continuasse eu matava um* de tanto tédio ou de tanto ódio.
O problema é q agora esses escrúpulos não podem mais emperrar a continuidade do meu curso e eu tô mesmo disposta a chorar nos pés dos caboclo** pq a vida tá ruim, o semestre tá acabando, eu não tô fazendo nada muito certo,mas eu quero muitíssimo me formar e não custa nada caboclo me ajudar um pouquinho. Pq eu posso ser preguiçosa e fraudulenta, mas eu não sou de jeito nenhum picareta. Eu peço uma brecha nos prazos e uma abonação nas faltas, mas eu topo fazer qualquer trabalho extra e estudar cinquenta vezes mais do q o normal. Aí me faço pagar o suficiente e minha consciência desproblematiza, certo?
Quase.
Pq lá vai eu, q nunca pedi concessão nenhuma nessa bendita faculdade, com toda minha humildade e malemolência pedir "ô,professor(a), me dá uma chance, eu faço qualquer coisa!" e eles me olham com uma cara, ah, uma cara de juízo final, e descarregam uma cantilena cheia de moral sobre minhas faltas, minhas leituras, o tanto de tempo q eu fico na sala de aula e minha irresponsabilidade por não ter feito um fichamentozinho boboca lá no início do semestre.
Aí eu sofro de raiva pq odeio precisar de favores e ter de ouvir o sermão da montanha pra conseguir isso. E ver aquela cara de quem tá se sentindo Jesus Nazareno reencarnado, tão bom e tão justo. Não é pra tanto, hein? Fica a dica.
Me seguro o quanto posso pra não pedir com educação pros meus queridos professores doutores historiadores mega legais pra que eles peguem essas provas com todos os textos do semestre q eles querem q eu faça lá no meio de dezembro e VSL.***
*professor, lógico.
** professores, lógico.
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