Nesse março coube carnaval, terremoto, dia da mulher, contrato novo, emprego velho, acidente em usina nuclear, atraso gigante de salário, ciúmes, maratona de mensagens, conversa longa com amizade de data longa. Coube sair estampada em cartaz, entrevista de Tom Zé embrulhada pra presente, teve muito calor e litros de chuva. Cruzeiros, turistas, veranistas, vizinhos. Gente até a tampa. Encontros, despedidas. Verão, outono.
Faltou água em casa, entrou água em casa. E ela já quer mudar de novo!
Viagens perdidas e milhares de exames médicos. Minhas costelas tão inteiras, descobri. Já o colesterol limítrofe. Pressão 11 por 6. Ainda março.
Temos a velha maré braba de março e tivemos a maior lua cheia dos últimos 18 anos. Teve batizado no Bomfin e cheiro bom de sobrinho. Aniversário da princesa cara de jegue. Rever Zabelê. 7 meses. Não sei como coube tanta saudade, muita, de enlouquecer. Bem mais amor.
e agora tem até um tímido ensaio de retorno e deus sabe o que ainda teremos por que março não quer acabar. Haja chão. Vémaria, que acabe bem.
Mas perdoa o desentoado, faz tempo q eu não canto.
quinta-feira, 24 de março de 2011
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